A montra com brinquedos expostos ao nível dos olhos das crianças é um convite para entrar. Quem o fizer não vai arrepender-se. Os artigos presentes nas prateleiras da SigToys foram seleccionados de acordo com critérios de qualidade, durabilidade e potencialidade educativa.
"Os brinquedos foram seleccionados tendo em conta a sua qualidade, design e inovação, mas também a segurança e as propostas educativas", salienta Sandra Rodrigues. "Para os bebés, a opção recaiu sobre brinquedos que promovem o despertar dos sentidos e estimulam a aprendizagem. Estes são fabricados com materiais naturais não tóxicos, que correspondem às normas de segurança da União Europeia, como por exemplo os tecidos cem por cento algodão, que podem ser lavados na máquina e não causam alergias". Entre os artigos destinados aos mais pequenos, merecem especial destaque os bonecos de pano que envolvem inúmeras actividades, os livros de pano com pormenores móveis, os cubos de tecido, os tapetes de actividades, os brinquedos para encaixar e as caixas de música. As CRIANÇAS que estiverem a passear em Campo de Ourique, em Lisboa, não vão resistir a parar diante da montra da loja de brinquedos Sig Toys. Com os produtos expostos à altura do olhar dos mais novos, funciona como um convite para os miúdos entrarem, com os pais pela mão. No interior da loja, tanto os pais como os filhos vão perceber que, ao seguirem o instinto, guiados pela curiosidade, fizeram a opção certa. As crianças vão ficar fascinadas com o colorido e a forma dos brinquedos, e os pais, por sua vez, vão aperceber-se da qualidade, durabilidade e potencialidade educativa dos produtos expostos. Sandra Rodrigues, proprietária da loja, faz as honras da casa. Formada em Gestão de Empresas, sempre gostou muito de crianças, mas só quando ficou grávida fez a grande opção da sua vida. Já com uma barriga que não deixava margem para dúvidas, fala com o ar calmo e doce que a caracteriza: |
"Quando comecei a despertar para o mundo dos brinquedos, apercebi-me de que havia uma lacuna no mercado português. Havia falta de brinquedos educativos de qualidade, destinados a um público com algum poder de compra". Nessa altura, apoiou--se na experiência de amigas educadoras de infância, cuja opinião foi determinante para a escolha de brinquedos adequados às diferentes faixas etárias, desde os zero aos dez anos. Já na posse dessas "dicas", percorreu, de uma ponta à outra, diversas feiras internacionais de brinquedos, seleccionando produtos inovadores, de origem alemã, austríaca, sueca, francesa e inglesa e marcas pouco ou nada conhecidas no mercado português. Para os mais velhos, foram escolhidos "artigos cujas propostas educativas correspondem a necessidades próprias das várias etapas do desenvolvimento, tais como a destreza, o encaixe, a lógica e o movimento". Para treinar a lógica e a visualização espacial, há puzzles de madeira ou de cartão, progressivamente mais complexos e com um maior número de peças, com diferentes características que vão desde a componente mágica até ao tipo de formato não rectangular. Para fazer trabalhos manuais, há kits para criar velas, colares, carimbos, magias e fantoches. Para fazer construções, existem rolinhos pintados com corantes vegetais que, depois de colados com a ajuda de um esfregão húmido e de palitos, podem dar origem a casas, árvores, borboletas ou dinossauros. Para fazer teatro, os fantoches de dedo com pormenores escondidos revelam grandes surpresas... Para dormir e brincar, há casinhas, tendas, túneis, balizas e camas de fim-de-semana. Isto, além das imprescindíveis bonecas e dos incontornáveis carrinhos, todos com a marca da qualidade que justifica uma visita à Sig Toys. Até mesmo porque, de acordo com a escolha criteriosa de Sandra Rodrígues, ficaram de fora "os jogos electrónicos, os brinquedos que estimulam a violência", enfim, "todos os artigos que não sejam educativos, na medida em que não implicam propostas construtivas"...
Texto de Elsa de Barros, in Notícias Magazine, nº 562 em 2 de Março de 2003 |
|---|